Agenor Gonçalves de Lima trabalhou de boia-fria, na roça, e de braçal numa empresa que fazia montagem e manutenção de silos. E foi por esta empresa terceirizada que ele chegou na Agro100, quando começou a construção do seu silo de recebimento em Sertanópolis. Terminou a construção e montagem e Agenor ficou, tendo sido contratado como “foguista”, alimentando com lenha a fornalha dos secadores, serviço que ainda faz nos períodos da safra. Na entressafra faz todo o trabalho de manutenção dos silos e demais equipamentos. Está há nove anos na empresa e diz que gosta do que faz. “Aqui é a minha casa. É uma ótima empresa para trabalhar”, garante. Casado e pai de quatro filhos, vem encaminhando a família no trabalho e nos estudos. Dois filhos são marceneiros, trabalham numa indústria, e uma das filhas faz faculdade de administração de empresa.